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Assertividade: Você diz "não" ao seu cônjuge?

Não

Uma das dificuldades mais comuns quando o assunto é relacionamento, é ser assertivo. Ou seja, a dificuldade em dizer prontamente o não.

Assertividade, diz respeito à habilidade de se afirmar nas relações interpessoais. Por meio da comunicação.

Há situações nas quais as pessoas se expressam, mas de uma forma tão intensa que o ouvinte se sente invadido, desrespeitado. Ou até humilhado pelo falante.

É possível, contudo, estabelecer uma relação na qual haja equilíbrio nas exposições verbais, discussões e argumentações.

Além disso, outro ponto importante é o estabelecimento de limites na relação.

Você precisa se impor, no sentido de imposição de limites. Pára que seus desejos e vontades tenham relevância no relacionamento.

Qual é o momento em que certas atitudes começam a se tornar desagradáveis e você  precisa dizer não?

Estabelecer limites nas relações interpessoais é necessário para garantir a sustentabilidade dessas interações.

Para isso, em primeiro lugar, nós devemos repensar a forma como agimos em relação ao outro. E passarmos a emitir comportamentos adequados no contexto da comunicação.

As relações no contexto conjugal permitem a expressão do amor, viabilizam auxílio mútuo, possibilitam o compartilhamento de ferramentas para a solução de problemas comuns.

Além disso, são, muitas vezes, geradoras de bem estar incomparável.

Entretanto, as diferenças; os conflitos; os desentendimentos; as disputas se apresentam.

Por isso, a importância de reconhecer seus limites e de seu cônjuge. Para que quando se faça necessário, você possa dizer “não”.

E e, com isso, essas relações dificultam que as pessoas se expressem adequadamente, fazendo com que se sintam mal por isso.

Assim sendo, dizer “não”, por exemplo, é necessário, mas há várias formas de se dizer não.

O “não” poder “seco” e objetivo. Ou pode nem mesmo ser pronunciado e ser apresentado de forma a buscar uma alternativa que traga um compromisso viável entre os cônjuges.

Mas, e você, sabe dizer “não”?

Por Fábio Caló, psicólogo.

Inpa – Instituto de Psicologia Aplicada, Asa Sul, Brasília – DF, Brasil

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