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Trabalho contribui para manutenção da qualidade de vida em mulheres soropositivas

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A AIDS está entre as principais causas de mortalidade em mulheres de idade fértil. O que demonstra a magnitude com que essa infecção tem atingido a população feminina.

A pesquisa foi publicada na revista Psicologia em Estudo, em junho de 2011. E o principal objetivo foi compreender o papel do trabalho no enfrentamento da aids entre mulheres.

De acordo com estudo conduzido por psicólogos da Universidade de São Paulo, que teve como objetivo compreender o papel do trabalho no enfrentamento da Aids entre mulheres.

Dessa forma, a pesquisa contou com a participação de 10 mulheres com idades entre 27 e 57 anos. E tempo de soropositividade entre 5 e 10 anos.

Os resultados indicaram que o trabalho é visto pelas participantes como um lugar de acolhimento e suporte, que permite com que se sintam parte de um grupo em que podem produzir, ampliar suas relações sociais e pensar em outras coisas além da doença.

Por fim, os autores alertaram para a importância de que haja uma compreensão por parte do empregador.

Porque, a mulher diagnosticada com essa doença necessita de uma certa flexibilidade nos horários e negociação de eventuais atrasos.

De modo que seja possível conciliar o tratamento com a manutenção da atividade profissional.

 

Inpa – Instituto de Psicologia Aplicada, Asa Sul, Brasília – DF, Brasil

Fábio Augusto Caló

@fabiocalo - Psicólogo pelo UniCEUB e mestre em Análise do Comportamento pela UnB. Atua desde 1998 como clínico, atendendo adultos e casais. Há duas décadas, tem realizado atendimentos, principalmente, na área da conjugalidade, da sexualidade e dos transtornos de ansiedade. Tem se interessado e pesquisado sobre assuntos atuais como "dependência de internet", "vício em pornografia", "traição online", dentre outros. É palestrante e instrutor de cursos de desenvolvimento pessoal e cursos dirigidos a profissionais da saúde.

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