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Disfunção Erétil: tire todas as dúvidas e saiba como tratar

impotência

Para se ter uma primeira ideia, a disfunção erétil (DE) é a incapacidade de um homem obter e/ou manter ereções.

Atualmente, de acordo com o DSM-V, Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais na sua mais nova edição, ela é chamada de transtorno erétil. Contudo, o termo disfunção erétil é mais conhecido e está longe de cair em desuso pela população em geral. Por esse motivo, nós manteremos, ao longo desse texto, menção à disfunção erétil.

Então, cabe lembrar que são sinônimos: disfunção erétil, transtorno erétil e, ainda, impotência sexual.

A disfunção erétil é, infelizmente, uma condição muito prevalente e pode ocorrer em qualquer idade. No entanto, é mais comum entre os homens mais velhos.

Segundo a School of Medicine and Public Health, na Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, cerca de 5% dos homens com mais de 40 anos têm disfunção erétil completa. Esse percentual aumenta para 15% em homens com mais de 70 anos.

impotência

Para que um homem tenha uma ereção sem interrupções, é necessário que algumas condições orgânicas, ambientais e psíquicas estejam preservadas. E a disfunção sexual, na outra ponta, ocorre por fatores “problema”.  

Os fatores, tanto na condição de uma ereção normal, quanto ao da sua perda, serão detalhados ao longo deste texto. 

Como exemplo de fatores problema que podem predispor ou piorar a DE temos, no âmbito da saúde mental, a depressão e a ansiedade.

Siga a leitura porque, neste artigo, ajudaremos a sanar as principais dúvidas em relação à disfunção erétil, seguindo os tópicos abaixo:

  • O que é disfunção erétil?
  • Saiba quais são os sintomas da disfunção erétil
  • Quais são os tipos de disfunção erétil?
  • As causas da disfunção
  • Entenda a relação entre disfunção erétil e saúde mental
  • Saiba como obter o diagnóstico
  • Como resolver o problema?
  • Terapia sexual – Tratamento para a disfunção Erétil
  • Tratamentos oferecidos pelo Inpa. 

O que é disfunção erétil?

Perder a ereção ‘’na hora H‘’ é o que define a disfunção erétil?

Conforme Ballone (2003), a disfunção erétil (ou impotência) é a incapacidade de se obter ou manter uma ereção adequada para a prática da relação sexual.

O autor salienta que tal disfunção não deve ser confundida com a falta ou diminuição no “apetite sexual”, nem com dificuldade em ejacular ou em atingir o orgasmo.

O Portal da Urologia define a disfunção erétil como a incapacidade de se obter e/ou manter a ereção peniana “suficiente para o desempenho sexual satisfatório.

Considerando as definições apresentadas nos parágrafos acima, pode-se dizer que a impotência ocorre quando o homem é incapaz de atingir ou manter uma ereção. Lembremos, ainda que impotência sexual é sinônimo de disfunção erétil.

Vale ressaltar que, geralmente, a DE atrapalha a capacidade de se ter uma relação sexual satisfatória.

Quanto à etiologia, vários fatores podem contribuir para essa condição, incluindo problemas emocionais e orgânicos, como veremos em breve.

Como saber se você está com DE?

É importante ressaltar que, para o diagnóstico, deve-se observar a recorrência do problema. Isto é, uma ocorrência isolada da perda eretiva não configura o diagnóstico de DE.

De acordo com o DSM- V, já citado acima, para que seja mesmo uma disfunção erétil, um de três sintomas precisam estar presentes em 75% a 100% das relações sexuais:

  1. Dificuldade acentuada em obter ereção durante a atividade sexual;
  2. Dificuldade acentuada em manter uma ereção até o fim da relação sexual e
  3. Diminuição acentuada na rigidez erétil.

Critério de persistência do problema

Além disso, esse(s) sintoma(s) deve persistir por um período mínimo de aproximadamente seis meses e precisam sofrimento emocional ao homem.

Deve-se descartar o diagnóstico quando os episódios de perda eretiva ocorrem após a utilização de alguma substância psicoativa, como cocaína, alguns antidepressivos ou álcool, os quais podem dificultar a ereção.

Assim, mesmo que o problema persiste mais seis meses ou mais, se as perdas de ereção ocorrem diante do uso de drogas como as citadas acima, não se pode ter esse diagnóstico.

Embora alguns homens já apresentem queixas da falta de ereção desde o início da relação sexual, no momento das preliminares ou jogos sexuais, é importante perceber que outros apresentam os sintomas apenas após a penetração.

Ainda, a experiência pode ocorrer diante de situações específicas. Por exemplo, apresentar desempenho sexual normal quando em companhia de parceiras(os) de personalidade mais passiva e apresentar disfunção ao se ter relação com parceiras(os) de personalidade mais dominante.

Saiba quais são os sintomas da disfunção erétil

Conforme dados de um estudo internacional que contou com a participação da FIOCRUZ – Fundação Oswaldo Cruz, a prevalência de disfunção erétil completa ou moderada afeta 15% dos homens brasileiros. Por isso, é necessário estar atento aos sintomas.

Que tal fazer um teste, somando os pontos entre parênteses para cada sintoma?

  • Dificuldade para conseguir uma ereção, mesmo diante da pessoa que desperta o desejo e o interesse sexual (2 pontos);
  • Dificuldade para manter a ereção, mesmo quando se tem uma experiência sexual rica em estimulação (2 pontos).

E os seguintes também devem ser considerados:

  • Sudorese diante da possibilidade da relação sexual (1 ponto);
  • Esquivas ou fugas das situações sexuais (1 ponto);
  • Estresse ou ansiedade aumentados (1 ponto);
  • Baixa auto-estima relacionada ao desempenho sexual insatisfatório (1 ponto);
  • Problemas de relacionamento com a/o parceira/o (1 ponto);
  • Senso diminuído de masculinidade (1 ponto);
  • Baixa satisfação sexual (1 ponto) e
  • Ejaculação precoce secundária (1 ponto).

Se você somou cinco pontos ou mais, procure ajuda profissional. E saiba que os psicólogos do Inpa podem ajudar.

causas da disfunção erétil

Quais são os tipo de disfunção erétil?

  • Primária, quando o homem nunca experienciou uma ereção diante da experiência sexual;
  • Secundária, se ele teve ereções no passado, mas não as experiencia mais;
  • Situacional, se a ereção só ocorre diante de certas situações, contextos ou com pessoas. Sendo que se pode até descrever um padrão, como o de nunca conseguir uma ereção diante de uma pessoa com quem não se teve relações antes;
  • Parcial, quando a ereção ocorre, mas não é suficiente para uma relação sexual e
  • Total, se não há qualquer intumescência peniana.

As causas da disfunção erétil

Como muitos outros transtornos, a disfunção erétil pode ter como causa fatores biológicos, psicológicos e/ou sociais. Os fatores biológicos são, por exemplo, neuropatia diabética, aterosclerose, cardiopatias ou hipertensão arterial.

Quanto aos fatores psicológicos e sociais, pode-se destacar a ampla aprendizagem que a pessoa tem sobre sexo. Destaca-se a aprendizagem sobre o que o sexo representa na vida e a importância que a pessoa dá a uma relação sexual satisfatória.

Além disso, auto-regras (crenças disfuncionais) como “Homem que é homem não nega fogo!”, ou “Homem de verdade tem que comparecer!” também podem influenciar no psicológico do homem no momento.

Some isto a experiências sexuais desagradáveis como aquelas em que a(o) parceira(o) desqualifica o desempenho sexual do homem.

Trabalho em alta performance e a disfunção

Uma vida orientada para a produção de resultados no contexto profissional pode ser o contexto propício para a disfunção erétil.

Executivos de empresas, indivíduos com cargos de chefia, ou profissionais de quem seja exigido desempenho elevado e constante podem estar muito preocupados com o trabalho a ponto de não conseguirem relaxar e se concentrar na relação sexual. Esse é, comumente, um fator que dificulta ou impossibilita a ereção.

Tais homens podem ter um desempenho ainda pior diante dos momentos de instabilidade nos negócios. Portanto, o desempenho será afetado pelo ambiente em que esse homem está inserido. 

Não se pode esquecer da disfunção erétil que encontra gênese e manutenção no consumo de pornografia online.

Fatores de risco

Embora em muitos casos, a DE seja devida ao contexto de ansiedade frente ao desempenho durante o sexo, há alguns fatores de risco que podem aumentar a chance de uma possível disfunção erétil, como:

  • Estresse;
  • Depressão;
  • História de repressão sexual;
  • Baixa autoconfiança;
  • Falta de comunicação ou conflito não resolvido com o parceiro(a);
  • Problemas na próstata;
  • Diabetes tipo 2;
  • Hipogonadismo em associação com várias condições endocrinológicas;
  • Hipertensão (pressão alta);
  • Doença vascular e cirurgia vascular;
  • Níveis elevados de colesterol no sangue;
  • Baixos níveis de HDL (lipoproteína de alta densidade);
  • Distúrbios crônicos do sono (apneia obstrutiva do sono e insônia);
  • Drogas;
  • Distúrbios neurogênicos;
  • Doença de Peyronie (distorção ou curvatura do pênis);
  • Priapismo (inflamação do pênis);
  • Uso excessivo de álcool;
  • Falta de conhecimento sexual;
  • Técnicas sexuais precárias;
  • Muitas doenças crônicas, especialmente insuficiência renal, e
  • Tabagismo, que agrava os efeitos de outros fatores de risco, como doença vascular ou hipertensão.

Além desses fatores, a idade também é um forte fator de risco indireto, pois está associada ao aumento da probabilidade de comorbidades diretas, algumas das quais estão listadas acima.

Ainda, estudos sugerem que a queda da serotonina, um neurotransmissor, pode desempenhar um papel importante na DE. Certos medicamentos, incluindo alguns antidepressivos, podem afetar a ereção, assim como danos nos nervos, ou na medula espinhal.

Assim sendo, a identificação e caracterização precisas dos fatores de risco são essenciais para a prevenção ou tratamento da disfunção erétil.

disfunção erétil e autoestima

Entenda a relação entre disfunção sexual e saúde mental

A disfunção erétil pode ter problemas orgânicos como fatores desencadeantes mais importantes. Contudo, esses casos são minoria principalmente quando se trata de homens mais jovens.

Assim sendo, na maioria dos casos, as questões mentais são aquelas que têm maior peso para o surgimento ou manutenção da disfunção erétil. E, ai, temos essa disfunção, bem como as demais, como transtorno mental especificado no principal manual de transtornos mentais, o DSM – V.

E sabe-se que outros transtornos mentais podem predispor a disfunção erétil, tais como os transtornos de ansiedade e a depressão.

Ansiedade e estresse

O homem com disfunção erétil costuma sentir ansiedade diante da proximidade da relação sexual. Por exemplo, medo do fracasso, preocupações acerca do seu desempenho sexual e até redução do sentimento de excitação e prazer sexual.

Além disso, se o estresse for um fator recorrente na vida da pessoa, com certeza isso afetará seu desempenho sexual.

Dessa forma, pesquisas mostram uma ligação entre ansiedade no desempenho e disfunção erétil. Um estudo de 2005 descobriu que a ansiedade no desempenho pode causar e até manter a disfunção entre homens.

Depressão

O cérebro desempenha um papel fundamental no desencadeamento de uma série de eventos físicos que culminam numa ereção.

Várias coisas podem interferir nos sentimentos sexuais e causar (ou piorar) a disfunção erétil, inclusive quando o homem apresenta quadros de depressão, por exemplo.

Alguns pesquisadores descobriram que quase um quarto dos homens com disfunção erétil também pode sofrer de depressão.

Baixa autoestima

É comum que homens com disfunção erétil se sintam zangados, frustrados, tristes, inseguros com si mesmos ou até menos “masculinos”. 

Tais sentimentos podem levar à baixa de autoestima e, em casos graves, à depressão.

Timidez

Se você é naturalmente tímido, pode parecer quase impossível se sentir à vontade na hora da relação sexual.

Em muitos casos, a timidez possui uma grande influência nos problemas de disfunção erétil e ejaculação precoce. 

Saiba como obter o diagnóstico

Inicialmente, caso o problema esteja acontecendo com certa frequência, é necessário procurar um profissional especializado na área de sexualidade, psicólogo ou médico. 

Assim, esse profissional pode formular o diagnóstico com anamnese específica.

Quando se tratar de um profissional médico, há ainda a possibilidade de se conduzir alguns exames específicos:

  • exames de sangue para verificar seus níveis de testosterona, açúcar no sangue (para diabetes) e colesterol;
  • verificação da pressão arterial;
  • exame retal para verificar sua próstata e
  • exame físico do pênis e testículos.

Além disso, outros testes podem mostrar se o homem tem problemas com o fluxo sanguíneo no pênis.

O profissional, psicólogo ou médico, poderá fazer perguntas sobre os sintomas, seu histórico médico e sexual. Embora essas perguntas possam parecer muito pessoais, não devem ser motivo de vergonha.

Falar abertamente sobre episódios históricos, como um abuso sexual, por exemplo, é muito importante para o diagnóstico preciso e tratamento com técnicas adequadas.

Desse modo, é importante responder honestamente todos os questionamentos para que o tratamento mais indicado no caso específico possa ser recomendado.

É possível, ainda, que o homem seja encaminhado a outras especialidades, tais como urologia e endocrinologia para investigação e intervenção mais amplas.

Como resolver o problema de disfunção sexual?

Para tratar a DE, um psicólogo pode recomendar somente terapia sexual ou a combinação dessa modalidade de terapia com a psicoterapia, algo mais amplo.

Psicoterapia, terapia de casal ou terapia sexual com o casal podem ser a chave no tratamento de casos de disfunção erétil que tenham etiologia nas questões psicológicas ou emocionais.

Há uma variedade de outros tratamentos para casos de impotência que surgem por motivos puramente fisiológicos. Esses tratamentos incluem medicações orais, utilização de dispositivos de vácuo, medicações injetáveis, modulação hormonal e/ou implantes penianos.

Entretanto, há alguns anos, as abordagens mecânicas ou fisicamente invasivas foram amplamente substituídas por medicações como Sildenafila e Tadalafila, conhecidos popularmente como Viagra e Cialis, que são ingeridos na forma de comprimidos. 

Esses medicamentos funcionam melhorando os efeitos do óxido nítrico, um produto químico que, após estímulo sexual, é normalmente liberado para ampliar os vasos sanguíneos que suprem o pênis.

O aumento do fluxo sanguíneo através desses vasos para certos tecidos do pênis causa uma ereção.

Busque sempre um tratamento

A disfunção erétil tem tratamento, podendo ser curada. Quando são descartadas as causas orgânicas, doenças e processo natural de envelhecimento, indica-se a terapia sexual, em alguns casos, combinada com psicoterapia como a terapia comportamental, como forma de a pessoa buscar o entendimento do que produz a sua disfunção erétil, se utilizar de técnicas bem específicas, bem como enfrentar o problema em tempo reduzido e solucioná-lo.

Todavia, pode haver a necessidade de um acompanhamento com um médico especializado na área, além do psicólogo.

A terapia comportamental pode ser na modalidade individual ou de casal. O psicólogo é o profissional que deve definir a melhor estratégia de intervenção. Técnicas de terapia sexual podem ser ensinadas ao indivíduo ou ao casal.

A terapia visa mudança em todos os níveis: comportamentos, pensamentos e emoções/ sentimentos. Isso quer dizer que não é sustentável haver a recuperação da ereção, mas permanecer uma ansiedade constante e preocupação durante a relação sexual.

Utilize medicamentos apenas com a prescrição de um especialista

Viagra e Cialis, os medicamentos indicados para o tratamento da disfunção erétil, têm seus méritos. Contudo, não podem ser entendidos como tratamento completo para a disfunção erétil.

Muitos homens com o diagnóstico de DE, que fizeram uso apenas da medicação, passaram a viver a ansiedade de não “funcionarem” sexualmente sem suas pílulas “milagrosas”.

Sem contar que existem estudos que abordam uma relação entre o uso de drogas para disfunção erétil e a ocorrência de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

Por isso, caso você se interesse em procurar e fazer uso dessas ou outros medicamentos, não deixe de se consultar com um especialista antes.

Diante do problema, algumas orientações podem ser úteis:

1- Não mantenha o “problema” sexual como foco! Diminua a cobrança para os resultados rápidos e explore outras atividades no seu relacionamento, tais como atividades culturais (cinema, teatro, shows e etc);

2 – Embora alguma medicação possa ser indicada num determinado momento, ela não irá curar a disfunção erétil, nem poderá substituir a terapia sexual que permitirá uma relação sexual natural sem medicamentos;

3- Aprenda a dizer “não” quando estiver cansado ou não estiver com desejo sexual. O homem tem o direito de negar sexo à sua parceira(o);

4- Diante da relação sexual, envolva-se ao máximo com a(o) parceira(o), buscando preliminares e jogos sexuais que tragam prazer para os dois.

Terapia sexual – Tratamento para disfunção erétil

A terapia sexual é o tratamento das disfunções ou inadequações sexuais. Portanto, caso perceba algum indício de disfunção sexual, procure um terapeuta sexual.

Aliás, outros problemas sexuais, tais como as parafilias (desvios sexuais) e transtorno de identidade de gênero, também podem ser tratados pela terapia sexual.

Para fazer o seu agendamento, basta acessar o nosso site e, na página principal, escolher entre as opções ‘’psicoterapia online’’ ou ‘’psicoterapia presencial’’ e clicar em AGENDE AGORA.

credibilidade inpa

Tratamentos oferecidos pelo Inpa

No Inpa, a formulação clínica sobre as dificuldades sexuais do cliente de terapia sexual é feita de forma individualizada, adequando-se às técnicas de intervenção ao tratamento específico, o que acelera a resolução do problema e prevenir recidivas.

Sexo faz parte da vida, assim como o envolvimento emocional, o afeto, a cumplicidade, a desinibição no relacionamento a dois. 

Por isso, tão importante quanto manter a ereção numa relação sexual é mudar hábitos, pensamentos e sentimentos para buscar uma vida saudável na interação com sua parceira.

Em Brasília, conte com o Inpa para tratamento eficaz para disfunção erétil.

Inpa – Instituto de Psicologia Aplicada, Asa Sul, Brasília – DF, Brasil

Fábio Augusto Caló

@fabiocalo - Psicólogo pelo UniCEUB e mestre em Análise do Comportamento pela UnB. Atua desde 1998 como clínico, atendendo adultos e casais. Há duas décadas, tem realizado atendimentos, principalmente, na área da conjugalidade, da sexualidade e dos transtornos de ansiedade. Tem se interessado e pesquisado sobre assuntos atuais como "dependência de internet", "vício em pornografia", "traição online", dentre outros. É palestrante e instrutor de cursos de desenvolvimento pessoal e cursos dirigidos a profissionais da saúde.

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