Assertividade: dá para desenvolver essa habilidade?

Homem brasileiro de meia-idade, pele clara, cabelo castanho, sentado em uma sala de reuniões com luz natural lateral, mantendo contato visual direto e postura ereta enquanto gesticula com a mão aberta em recusa calma a um colega fora de quadro.

Assertividade é a capacidade de expressar necessidades, opiniões, sentimentos e limites de forma direta e respeitosa, sem recorrer à agressividade nem se anular diante do outro.

Eu recebo, no consultório, uma queixa que se repete com variações: a dificuldade de dizer não. É o convite que a pessoa não quer aceitar, mas aceita; é o pedido do chefe fora do horário, que vira “sim” automático; é o limite que não é colocado com o parceiro, até a situação virar ressentimento. Por trás dessas cenas, com frequência, está a mesma lacuna: a assertividade não foi desenvolvida como deveria.

Neste artigo, eu reúno o que a literatura internacional sobre treino de assertividade, comunicação interpessoal e saúde mental mostra — incluindo os limites dessa evidência, porque parte dela é modesta, mesmo que o senso comum sugira o contrário. Você vai entender o que diferencia assertividade de agressividade e de passividade, por que dizer não é tão difícil para tanta gente, o que os estudos efetivamente encontram quando testam programas de treino, como isso se aplica ao trabalho e às relações, e por onde começar a desenvolver essa habilidade na prática.

Neste artigo, você lerá:

O que é assertividade, afinal

Rathus (1973) tratou a assertividade como um comportamento que pode ser medido, não apenas descrito — foi esse pesquisador quem criou uma escala de 30 itens para avaliar o quanto alguém se comporta de forma assertiva em situações cotidianas, um instrumento ainda usado em pesquisa quase cinco décadas depois (Ben Cherifa et al., 2022) e cuja versão simplificada de 19 itens continua em uso hoje (Joy et al., 2025). Essa escala é de autorrelato: em 30 itens, cada um descrevendo uma situação ou afirmação, a pessoa marca o quanto aquilo se parece com ela, em uma escala de -3 a +3. A escala foi posteriormente adaptada e validada em outro idioma — no Japão, Suzuki et al. (2007) confirmaram sua confiabilidade em uma amostra de 989 profissionais de enfermagem recém-formados, com alta consistência interna (alfa de Cronbach de 0,84).

Ben Cherifa et al. (2022), em um estudo com estudantes de medicina da Tunísia, descrevem a assertividade como um comportamento interpessoal construtivo — uma alternativa tanto à manipulação quanto à agressão. É essa a distinção que considero central na prática clínica: a pessoa passiva abre mão da própria necessidade para evitar o desconforto do outro; a pessoa agressiva impõe a própria necessidade desconsiderando o outro; a pessoa assertiva expressa a própria necessidade levando o outro em conta, sem se anular. Nesse mesmo estudo (Ben Cherifa et al., 2022), com 125 estudantes de medicina, 36,8% apresentaram comportamento assertivo segundo a escala usada — o que sugere que, pelo menos nessa amostra, a dificuldade não era exceção.

Por que dizer não é tão difícil

Homem brasileiro, pele clara, cabelo castanho curto, em pé perto de uma janela em um apartamento, olhando para o celular com expressão pensativa e tensa, segurando a própria nuca com uma mão.

Ben Cherifa et al. (2022) buscaram justamente isso: quais fatores predizem o comportamento assertivo. Em uma amostra de 125 estudantes de primeiro ano de medicina (de 309 convidados), os autores encontraram que a autoestima, a clareza na comunicação (“enviar mensagens claras”), os níveis de ansiedade/depressão e o sexo masculino explicaram, juntos, 31% da variância nos escores de assertividade. Ou seja: quem relata mais sintomas de ansiedade ou depressão, e quem tem autoestima mais baixa, tende a relatar menos comportamento assertivo — o que ajuda a entender por que a dificuldade de dizer não raramente é só um problema de comunicação; ela está entrelaçada com a forma como a pessoa se avalia e, na minha leitura clínica, com o quanto se sente ansiosa diante do possível desagrado do outro.

Essa relação aparece também do lado profissional. Suzuki et al. (2009), estudando 172 chefias de enfermagem em hospitais universitários no Japão, encontraram uma correlação inversa entre os escores de assertividade (medidos pela versão japonesa da Escala de Rathus) e o nível de burnout: a cada aumento de 10 pontos na escala de assertividade, o risco de burnout caiu 26% no modelo ajustado. É um achado correlacional — não prova que treinar assertividade reduz burnout, porque o desenho do estudo não testou uma intervenção —, mas é consistente com a ideia clínica de que a dificuldade crônica de colocar limites tem um custo emocional cumulativo, não apenas um custo social.

O que a pesquisa mostra sobre treino de assertividade

Aqui entra a pergunta que considero mais honesta de se fazer: treinar assertividade funciona? A resposta, pela literatura, é “depende do que você está medindo, em quem, e depende de não generalizar demais um achado específico”.

Omura et al. (2017), em uma revisão sistemática sobre programas de treino de comunicação assertiva para profissionais de saúde e estudantes, analisaram oito estudos conduzidos nos Estados Unidos, Austrália, Irlanda e Taiwan. A conclusão foi que as intervenções foram eficazes, em algum grau, com todos os grupos-alvo, exceto com anestesiologistas experientes — exceção que os autores não explicam no resumo do estudo. Entre as abordagens que os autores apontam como adequadas para otimizar a eficácia desses programas estão os formatos presenciais e multimétodo, o apoio de lideranças, o treino de habilidades de trabalho em equipe e técnicas de comunicação adaptadas da aviação.

Golshiri et al. (2023) testaram, em um ensaio clínico randomizado com 96 adolescentes do sexo feminino no Irã, um programa de seis sessões de 90 minutos combinando treino de resolução de problemas e de assertividade. Um mês depois, o grupo que recebeu o treino apresentou aumento significativo na autoestima (de 25,2 para 29,9 em média) e na saúde mental geral, em comparação ao grupo controle. Já Eskiyurt e Uysal (2025), testando um programa de oito sessões baseado em terapia cognitivo-comportamental com 53 estudantes de enfermagem na Turquia, encontraram aumento significativo na assertividade — mas nenhuma mudança estatisticamente significativa na autoconfiança ou na autoestima. São dois estudos, com desenhos e populações diferentes, chegando a resultados parcialmente distintos, e vale registrar essa diferença em vez de apagá-la: treinar o comportamento assertivo nem sempre desloca, no mesmo intervalo de tempo, a forma como a pessoa se avalia.

Um achado que considero importante para não exagerar o que a evidência sustenta vem de Nakagami et al. (2024). Em um ensaio fatorial com 1.301 universitários japoneses — desenho que permite isolar o efeito de cada componente de uma terapia cognitivo-comportamental entregue por aplicativo —, o componente de treino de assertividade, isoladamente, não reduziu de forma estatisticamente significativa a incidência de episódios depressivos maiores em 12 meses de acompanhamento (razão de risco de 0,85, com intervalo de confiança cruzando 1). Isso não invalida o valor da assertividade como habilidade social; mostra que, pelo menos neste desenho e neste desfecho específico — prevenção de depressão maior em universitários —, o componente isolado de assertividade não teve efeito que se distinguisse estatisticamente de sua ausência.

Há também um achado positivo que não pode ser generalizado para além do seu contexto: Luo et al. (2022), em uma revisão sistemática com metanálise em rede de 21 ensaios clínicos e 1.749 participantes, encontraram que, na eficácia de curto prazo, o treino de autoassertividade em grupo foi a intervenção psicológica melhor classificada para reduzir o estigma pessoal em pacientes com esquizofrenia, à frente dos programas de psicoeducação em grupo. É um resultado relevante — mas específico dessa população clínica e desse desfecho (estigma internalizado) —, e os próprios autores classificaram a qualidade da evidência entre “muito baixa” e “baixa” pelos critérios CINeMA. Não sustenta afirmações gerais sobre assertividade e estigma fora desse contexto.

Assertividade no trabalho e nas relações

Homem brasileiro, pele clara, cabelo castanho, de pé em um escritório, conversando de forma firme e tranquila com uma colega em uma mesa de trabalho, segurando uma pasta de documentos.

No ambiente de trabalho, a assertividade aparece ligada a variáveis de bem-estar ocupacional. Joy et al. (2025), em um estudo com 144 profissionais de enfermagem registrados no Catar, mediram simultaneamente autoestima, empoderamento psicológico e assertividade (pela versão simplificada de 19 itens da Escala de Rathus) e encontraram que o empoderamento influenciou significativamente a assertividade — mas, diferente do que os autores esperavam, a autoestima não mediou essa relação. Os níveis médios de assertividade na amostra foram descritos como moderados, o que os próprios autores relacionam à necessidade de políticas organizacionais e treinos direcionados, não apenas a características individuais.

Essa combinação — fator individual mais fator organizacional — é o que vejo com mais frequência no consultório quando o tema é assertividade no trabalho: a pessoa até sabe, em teoria, que poderia discordar de uma decisão ou negociar um prazo, mas a cultura da equipe ou a hierarquia da empresa tornam esse comportamento mais custoso. Isso não isenta a responsabilidade individual de desenvolver a habilidade, mas explica por que o mesmo treino pode funcionar melhor em um ambiente e pior em outro — como já apareceu na revisão de Omura et al. (2017), ao notar que anestesiologistas experientes, presumivelmente inseridos em hierarquias mais rígidas, foram o único grupo em que as intervenções não mostraram o mesmo efeito.

Como começar a desenvolver assertividade

Os dois programas de treino testados em ensaio que citei aqui têm um formato parecido: sessões estruturadas e limitadas no tempo — seis e oito encontros. No programa de Golshiri et al. (2023), os encontros combinavam aulas, dramatização de situações reais e treino de resolução de problemas. Não é um processo que dependa apenas de disposição: no programa de Golshiri et al. (2023), as dramatizações eram acompanhadas de ensaios em casa e de tarefas para a sessão seguinte, revistas com retorno no início de cada encontro.

Na prática clínica, o que costumo propor a quem busca desenvolver essa habilidade passa por três frentes: identificar com precisão em quais situações e com quais pessoas a dificuldade de dizer não se repete — porque, na minha experiência clínica, ela raramente é uniforme, alguém pode ser assertivo no trabalho e não conseguir sustentar um limite dentro de casa, ou o contrário; treinar frases diretas e curtas para essas situações específicas, sem justificativas excessivas; e, quando a dificuldade está associada a ansiedade ou autoestima baixa — como mostram Ben Cherifa et al. (2022) —, tratar essas questões em paralelo, porque, na minha experiência clínica, treinar apenas o comportamento sem endereçar o que o mantém costuma render ganhos mais frágeis.

Vale reforçar o limite que a evidência da seção anterior já sinalizou: nem todo programa de treino muda autoestima ou autoconfiança junto com a assertividade, e um componente isolado de treino assertivo não necessariamente previne episódios depressivos. Isso não é motivo para desistir de desenvolver a habilidade — é motivo para não tratá-la como solução única para quadros mais amplos de ansiedade ou depressão, que merecem avaliação própria.

Para ir além

Para quem quer se aprofundar além deste artigo, três leituras de referência sobre o tema:

  • Alberti, R. E., & Emmons, M. L. (2017). Your perfect right: Assertiveness and equality in your life and relationships (10th ed.). New Harbinger Publications.
  • Paterson, R. J. (2000). The assertiveness workbook: How to express your ideas and stand up for yourself at work and in relationships. New Harbinger Publications.
  • Rosenberg, M. B. (2003). Nonviolent communication: A language of life (2nd ed.). PuddleDancer Press.

FAQ: perguntas frequentes sobre assertividade

O que é assertividade?

Assertividade é a capacidade de expressar necessidades, opiniões e limites de forma direta e respeitosa, sem recorrer à agressividade nem se anular diante do outro. Rathus (1973) criou uma escala de 30 itens para medir esse comportamento, ainda referenciada em estudos atuais.

Os dois programas de treino testados em ensaio que cito aqui tiveram seis e oito sessões (Golshiri et al., 2023; Eskiyurt & Uysal, 2025); no de Golshiri et al. (2023), os encontros combinavam aulas, dramatização de situações reais e treino de resolução de problemas. Na prática, costumo recomendar identificar as situações específicas em que a dificuldade se repete, treinar frases diretas para elas e, quando há ansiedade ou autoestima baixa envolvidas, tratar essas questões junto.

Na passividade, a pessoa abre mão da própria necessidade para evitar o desconforto do outro. Na agressividade, ela impõe a própria necessidade desconsiderando o outro. Na assertividade, ela expressa a própria necessidade levando o outro em conta — sem se anular; é o comportamento que Ben Cherifa et al. (2022) descrevem como alternativa construtiva à manipulação e à agressão.

Na minha experiência clínica, a culpa ao dizer não costuma aparecer junto com autoestima baixa e sintomas de ansiedade ou depressão — fatores que, em um estudo com 125 calouros de medicina da Tunísia (Ben Cherifa et al., 2022), apareceram entre os quatro preditores que explicaram 31% da variação no comportamento assertivo. Dizer não de forma direta, sem justificativas excessivas, e trabalhar esses fatores de base quando presentes costuma, na minha experiência clínica, reduzir esse desconforto com o tempo — mas, quando a culpa é persistente e desproporcional, vale uma avaliação profissional específica para esse padrão.

A Escala de Rathus (1973) avalia comportamento assertivo relatado diante de situações concretas, e os estudos de treino partem do princípio de que esse comportamento pode ser aprendido. Um ensaio com estudantes de enfermagem mostrou ganho no comportamento assertivo sem mudança na autoestima ou na autoconfiança no mesmo período (Eskiyurt & Uysal, 2025), enquanto um ensaio com adolescentes mostrou ganho em autoestima e saúde mental após treino de assertividade e resolução de problemas (Golshiri et al., 2023).

Próximo passo

Se a dificuldade de dizer não, de colocar limites ou de se posicionar nas relações já virou um padrão que te incomoda, uma avaliação inicial pode ajudar a entender o que está mantendo esse padrão — se é mais uma questão de habilidade de comunicação, se está entrelaçada com ansiedade ou autoestima, ou ambos. No Inpa, essa avaliação é feita em uma sessão de 90 minutos, individual ou em casal, presencial ou on-line, e serve para construir, junto com você, um plano de acompanhamento adequado ao seu caso — sem compromisso de continuidade além dessa primeira conversa.

Sobre o Autor: Fábio Caló, psicólogo

Psicólogo clínico desde 1999, CRP 01/7458, com registro ativo — a verificação pode ser feita diretamente no cadastro nacional do Conselho Federal de Psicologia. Mestre em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB), na área de Análise do Comportamento, e graduado pelo UniCEUB. Fundador do Inpa — Instituto de Psicologia Aplicada, em Brasília.

Atuo em duas frentes de alta complexidade:

Terapia de Casal, com base na pesquisa de John Gottman sobre estabilidade conjugal.

Terapia Sexual, que abrange o tratamento das disfunções sexuais femininas e masculinas — transtorno do orgasmo feminino, dor na relação (dispareunia e vaginismo), ejaculação precoce e retardada, disfunção erétil e desejo sexual hipoativo — e também do consumo problemático de pornografia, para o qual desenvolvi um protocolo específico de intervenção.

Credenciais e Formação:

Mestrado em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB) · Graduação pelo UniCEUB · CRP 01/7458, registro ativo desde 10 de abril de 1999 · Especialização clínica em Terapia de Casal, Terapia Sexual e intervenção no consumo problemático de pornografia.

Canais Oficiais:

fabiocalo.com.br · Instagram @fabiocalo · YouTube @ofabiocalo · LinkedIn fabioaugustocalo

Aviso de propriedade intelectual: este material, incluindo o protocolo de intervenção mencionado, artigos e conteúdos clínicos, constitui propriedade intelectual de Fábio Caló. O uso de metodologias proprietárias ou a reprodução de conteúdos sem a devida autorização ou citação está sujeito às sanções legais aplicáveis. © Copyright 2026. Todos os direitos reservados.

Áreas de atuação: Psicologia Clínica | Terapia de Casal | Terapia Sexual | Tratamento do consumo problemático de pornografia | Saúde Mental

Referências

Ben Cherifa, D., Saguem, B. N., Chelbi, S., Braham, A., Ben Nasr, S., & Ben Saad, H. (2022). Predictors of assertive behaviors among a sample of first-year Tunisian medical students. Libyan Journal of Medicine, 17(1), Article 2095727. https://doi.org/10.1080/19932820.2022.2095727

Eskiyurt, R., & Uysal, N. (2025). Effect of assertiveness skills training on nursing students’ competencies. Archives of Psychiatric Nursing, 54, 84–90. https://doi.org/10.1016/j.apnu.2025.01.008

Golshiri, P., Mostofi, A., & Rouzbahani, S. (2023). The effect of problem-solving and assertiveness training on self-esteem and mental health of female adolescents: A randomized clinical trial. BMC Psychology, 11(1), Article 106. https://doi.org/10.1186/s40359-023-01154-x

Joy, G. V., Deshmukh, A., Singh, K., Nashwan, A. J., & Al-Lenjawi, B. (2025). Empowerment of nurses in Qatar: Unveiling the relationship between self-esteem, psychological empowerment, and assertiveness. BMC Nursing, 24(1), Article 948. https://doi.org/10.1186/s12912-025-03428-8

Luo, H., Li, Y., Yang, B. X., Chen, J., & Zhao, P. (2022). Psychological interventions for personal stigma of patients with schizophrenia: A systematic review and network meta-analysis. Journal of Psychiatric Research, 148, 348–356. https://doi.org/10.1016/j.jpsychires.2022.02.010

Nakagami, Y., Uwatoko, T., Shimamoto, T., Sakata, M., Toyomoto, R., Yoshida, K., Luo, Y., Shiraishi, N., Tajika, A., Sahker, E., Horikoshi, M., Noma, H., Iwami, T., & Furukawa, T. A. (2024). Long-term effects of internet-based cognitive behavioral therapy on depression prevention among university students: Randomized controlled factorial trial. JMIR Mental Health, 11, Article e56691. https://doi.org/10.2196/56691

Omura, M., Maguire, J., Levett-Jones, T., & Stone, T. E. (2017). The effectiveness of assertiveness communication training programs for healthcare professionals and students: A systematic review. International Journal of Nursing Studies, 76, 120–128. https://doi.org/10.1016/j.ijnurstu.2017.09.001

Rathus, S. A. (1973). A 30-item schedule for assessing assertive behavior. Behavior Therapy, 4(3), 398–406. https://doi.org/10.1016/s0005-7894(73)80120-0

Suzuki, E., Kanoya, Y., Katsuki, T., & Sato, C. (2007). Verification of reliability and validity of a Japanese version of the Rathus Assertiveness Schedule. Journal of Nursing Management, 15(5), 530–537. https://doi.org/10.1111/j.1365-2834.2007.00691.x

Suzuki, E., Saito, M., Tagaya, A., Mihara, R., Maruyama, A., Azuma, T., & Sato, C. (2009). Relationship between assertiveness and burnout among nurse managers. Japan Journal of Nursing Science, 6(2), 71–81. https://doi.org/10.1111/j.1742-7924.2009.00124.x

Fábio Caló, psicólogo clínico e mestre pela UnB, em Brasília
Sou Fábio Caló, psicólogo clínico e Mestre pela UnB com 27 anos de prática baseada em evidências. Especialista em intervenções de alta complexidade para crises conjugais (Método Gottman) e tratamento do consumo problemático de pornografia, através de protocolo clínico próprio. Ajudo pacientes e casais a superarem padrões destrutivos com estratégias científicas e resultados mensuráveis.

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