Terapia de Casal em Brasília
Reconstruir a relação é possível — com método, evidência e sigilo. Atendimento presencial em Brasília e online para todo o Brasil.
Se a convivência virou uma sequência de conflitos que se repetem, silêncios longos ou a sensação de que já tentaram de tudo, isso não significa que o amor acabou nem que alguém falhou. Significa que os padrões de interação adoeceram — e padrão de relação se remapeia. A terapia de casal é o trabalho técnico de refazer esses padrões.
- 5.0
Nota 5.0 no Google
Terapia de casal não é conselho — é método com base científica
A decisão de procurar ajuda merece mais do que boa vontade. Merece uma abordagem cuja eficácia foi medida em pesquisa de verdade.
60–80%
dos casais em sofrimento apresentam melhora com as abordagens comportamentais e focadas na emoção da terapia de casal (Bradbury & Bodenmann, 2020).
33
ensaios clínicos randomizados, somando 2.730 participantes, confirmam o efeito da terapia de casal sobre a satisfação conjugal (Rathgeber et al., 2018).
Nenhum número promete milagre, e eu não vou prometer: o resultado depende do engajamento dos dois. Mas a evidência é clara — uma relação em crise tem tratamento, e ele funciona quando há método.
O que muda quando o casal entende o próprio conflito
Antes de qualquer técnica, o que transforma uma relação é enxergar o que está realmente acontecendo entre vocês.
Enxergar o padrão, não o culpado
A maior parte das brigas não é sobre o que parece. Quando o casal passa a ver o ciclo que se repete — quem se fecha, quem persegue, o que dispara —, a discussão deixa de ser uma guerra e vira informação. É aí que o desgaste começa a ceder.
Reaproximar o que a rotina afastou
Distância emocional raramente é falta de amor; é acúmulo de mágoas não ditas e de gestos que se perderam pelo caminho. A terapia reabre o canal de afeto e confiança que a convivência foi fechando, um passo de cada vez.
Conversar sem que vire briga
Comunicar-se não é falar mais — é falar de um jeito que o outro consiga escutar sem se defender. Vocês aprendem a levar um assunto difícil até o fim sem que ele termine em ataque, silêncio ou porta batendo.
Quem conduz a terapia
Fábio Caló, psicólogo
CRP 01/7458 · Mestre em Psicologia pela UnB
Quase três décadas dedicadas a casais
Sou psicólogo clínico há quase 30 anos e dediquei a maior parte da minha trajetória ao que acontece entre duas pessoas que decidiram construir uma vida juntas. Trabalho com o Método Gottman e a Terapia Cognitivo-Comportamental de casal — abordagens com respaldo em pesquisa —, e conduzo cada processo com o sigilo que uma questão íntima exige.
Experiência clínica
Quase 3 décadas de consultório e Mestrado em Psicologia pela UnB.
Método com evidência
Método Gottman e Terapia Cognitivo-Comportamental de casal, com base em pesquisa indexada.
Sigilo absoluto
O que é dito na sala fica na sala. Confidencialidade é condição, não promessa.
A metodologia de abordagem
Um percurso conduzido, sem fórmula pronta — adaptado ao que a relação de vocês precisa.
O primeiro contato
A avaliação do casal
O mapeamento dos padrões
A reconstrução, no ritmo de vocês
Um espaço reservado para a intimidade de vocês
Discrição em cada detalhe
Falar da relação exige segurança. O atendimento acontece em consultório reservado, sem constrangimento de sala de espera compartilhada, e o online mantém o mesmo cuidado — para que vocês possam ser inteiros sem medo de exposição.
Onde acontece
Presencial em Brasília e online para todo o Brasil e para brasileiros no exterior.
Consultório: SEPS 709/909, Conjunto A — Centro Médico Julio Adnet, Bloco A, Sala 426 — Asa Sul, Brasília-DF, 70390-095.
Informações:
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Whatsapp: (61) 99998-1153
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Telefone: (61) 3242-1153
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Centro Médico Julio Adnet, SEPS 709/909 Bloco A, Sala 426 Asa Sul, Brasília - DF
Perguntas Frequentes
Sim, e isso é mensurável. Revisões de estudos controlados mostram que a maioria dos casais em sofrimento melhora com terapia de casal baseada em evidência. O que faz diferença não é a sorte, e sim o método e o engajamento dos dois.
Muitas vezes, sim — desde que ainda haja disposição dos dois para tentar. A terapia não garante que a relação continue, mas cria as condições para uma decisão lúcida: reconstruir sobre bases novas ou seguir caminhos separados com menos dano.
É mais comum do que parece começar assim. Dá para iniciar um trabalho voltado à relação e, muitas vezes, o outro se engaja quando percebe que o objetivo não é apontar culpados. Na avaliação inicial eu oriento o melhor caminho para o caso de vocês.
Não existe número fixo, mas uma boa avaliação permite estimar um programa de atendimentos, com um determinado número de sessões. A duração e a quantidade de sessões dependem da complexidade da queixa e do ritmo do casal, e é definida em conjunto a partir da avaliação — nunca imposta de fora.
A sensação de “já tentamos tudo” costuma significar que se repetiram os mesmos padrões esperando um resultado diferente. A terapia entra justamente aí: mudar o padrão, não a intenção. É outro ponto de partida.