Psicólogo especialista em vício em pornografia
Atendimento online para todo o Brasil e o exterior
Não é força de vontade. É um programa clínico, baseado em evidências.
O ciclo que você já tentou quebrar sozinho
Gatilho. Consumo. Alívio de minutos. Vergonha. A promessa de que foi a última vez. E o gatilho de novo. Você conhece esse circuito melhor que ninguém. Já tentou bloqueador, disciplina, auto-controle, contagem de dias — e, a cada recaída, a conclusão parece a mesma: o problema é você.
Não é. Você está tentando vencer no braço um padrão que não se resolve no braço.
Se você procura um psicólogo especialista em vício em pornografia, provavelmente já tentou parar sozinho — mais de uma vez. O tratamento para o uso compulsivo de pornografia é um programa clínico, conduzido por um psicólogo registrado desde 1999.
Vício em pornografia: o que é — e o que não é
Vamos ser tecnicamente precisos. É o mínimo que você merece.
O que NÃO é
Assistir pornografia eventualmente não é um sinal de transtorno mental. A literatura científica alerta explicitamente contra patologizar o comportamento sexual ou o desejo elevado.
Os critérios reais
Perda de controle + sofrimento + prejuízo em alguma área da vida — os três, juntos. Sem isso, não há transtorno. E eu vou te dizer isso na avaliação, mesmo que você chegue convencido do contrário.
Diagnóstico: O que é
O quadro reconhecido é o Transtorno do Comportamento Sexual Compulsivo (CSBD) conforme a CID-11. É classificado como transtorno do controle dos impulsos. O uso problemático de pornografia é parte dele. Isso não é opinião — é classificação diagnóstica internacional.
FÁBIO CALÓ, psicólogo
CRP 01/7458
Quem conduz o seu tratamento
Rigor científico e senioridade verificáveis
Psicólogo clínico atuando com excelência nas áreas da Terapia Sexual e Terapia de Casal.
Psicólogo desde 1999
Mestre em Psicologia pela UnB e psicólogo clínico com registro no CRP — 01ª Região (DF). Verifique meu registro no Cadastro Nacional de Psicólogas(os) do CFP — nome no registro: Fábio Augusto do Nascimento Caló.
Psicologia Baseada em Evidências
As abordagens com melhor suporte de evidência para uso compulsivo de pornografia: Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e ACT.
Sigilo absoluto
Sua reputação é um ativo inegociável. Sigilo profissional é obrigação do Código de Ética Profissional, não cortesia.
O método: como eu trato o uso compulsivo de pornografia
Não é terapia de suporte semanal indefinida. É trabalho intensivo, tipicamente de 6 a 12 meses.
Avaliação
Mapeamento funcional
Reestruturação
Manutenção
Confidencialidade
Atendimento online e sigiloso. Sem sala de espera, sem recepção, sem encontro constrangido no corredor.
Sigilo profissional: é obrigação do Código de Ética do Psicólogo, não cortesia.
100% online: todo o programa é conduzido a distância, para o Brasil e o exterior.
Pessoas públicas ou politicamente expostas: há protocolo específico.
Transparência de investimento
Prefiro ser direto: o trabalho que faço exige investimento, e não seria honesto deixar você avançar sem saber.
Consulta avaliativa
90 minutos · online · R$ 1.050
E o programa de intervenção, quando indicado, é um trabalho de 6 a 12 meses; o investimento é apresentado na devolutiva. Se você procura algo pontual, rápido ou de baixo custo, eu não sou o profissional indicado — e digo isso para não tomar o seu tempo.
O que acontece nela
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Avalio se há de fato um quadro clínico e qual é.
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Investigo diagnóstico diferencial e comorbidades.
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Defino se o meu programa é, ou não, indicado para você.
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Posso concluir que não é — e eu vou te dizer.
É para você se
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já tentou parar sozinho mais de uma vez;
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há prejuízo real: relação conjugal, performance, sono, produtividade;
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quer método, não consolo.
Não é para você se
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procura apenas aconselhamento raso ou solução mágica;
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busca fazer média com a esposa, usar a terapia como álibi, mas não quer mudar de verdade;
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quer resolver em uma sessão.
Perguntas Frequentes
Sim — é uma área de atuação clínica específica. O quadro reconhecido pela CID-11 é o Transtorno do Comportamento Sexual Compulsivo (CSBD), que inclui o uso problemático de pornografia. Exige avaliação e protocolo próprios.
O termo é popular; o quadro clínico é o CSBD, classificado pela CID-11 como transtorno do controle dos impulsos. Existe e é classificado — mas não se aplica a todo mundo que consome pornografia. O critério é perda de controle, sofrimento e prejuízo funcional, os três juntos.
Tipicamente de 6 a 12 meses de trabalho intensivo; não é terapia de suporte semanal indefinida. Todo o programa é conduzido online, para residentes no Brasil e no exterior.
A consulta avaliativa é R$ 1.050 (90 minutos). O programa, quando indicado, é apresentado na devolutiva, após a avaliação.
Não. É clínica e baseada em evidências. Não trabalho com qualquer tipo de julgamento do comportamento sexual — a literatura científica define claramente o que é patologia e é nela que me baseio. O que trato é perda de controle com prejuízo real.