Sexólogo em Brasília: atendimento presencial e online
Psicólogo clínico com quase três décadas em saúde sexual — para homens, mulheres e casais, em Brasília ou de onde você estiver.
Você provavelmente digitou “sexólogo” ou “sexóloga” no Google. É assim que quase todo mundo procura, e é a palavra certa para achar quem trata o assunto.
Seja porque você percebe algo que não tem funcionado como antes na sua vida sexual ou porque já tem um diagnóstico na área sexual, aqui você terá acolhimento, compreensão e orientação baseada em ciência atrelada a anos de experiência de prática clínica.
Presencialmente na Asa Sul, ou online, de onde você estiver.
- 5.0
Nota 5.0 no Google
Por que tanta gente convive com isso sem tratar
Não é falta de necessidade. É falta da clareza sobre qual a porta de entrada.
58,7%
das pessoas que procuraram ajuda profissional para uma dificuldade sexual relataram ter enfrentado ao menos uma barreira — e 39,6% simplesmente não conseguiram acesso ao serviço (Lafortune et al., 2023).
20 ensaios clínicos
randomizados mostram que a intervenção psicológica melhora de forma consistente os sintomas e a satisfação sexual (Frühauf et al., 2013).
Some a isso a frequência do problema: cerca de metade das mulheres relata alguma dificuldade sexual ao longo da vida (Alidost et al., 2021), e entre os homens as queixas de ereção e de ejaculação estão entre as mais comuns na clínica. É comum, tem tratamento com evidência — e a maior parte das pessoas nunca chega a ser atendida.
O que eu trato, na prática
Cada quadro abaixo tem sua própria abordagem. Clique no que se parece com o que você está vivendo.
Nos homens
Disfunção erétil, ejaculação precoce, ejaculação retardada e ansiedade de desempenho — o medo de falhar que se alimenta da própria falha.
Nas mulheres
Vaginismo, dor na relação (dispareunia), anorgasmia e baixo desejo — dor, medo, ausência de prazer e a sensação de estar “quebrada” que não corresponde à verdade.
No casal
Quando a queixa é do casal e não de uma pessoa: diferença de desejo, afastamento, sexo que virou cobrança. Aí o trabalho é a terapia de casal ou a terapia sexual conduzida com os dois.
Quase três décadas em casais e saúde sexual
Trabalho há quase três décadas com casais e com a saúde sexual de homens e mulheres. A abordagem que uso não é opinião: a meta-análise da eficácia das intervenções psicológicas para disfunção sexual confirma melhora consistente dos sintomas e da satisfação (Frühauf et al., 2013). É esse trabalho — técnico, estruturado e sigiloso — que conduzo pessoalmente, no consultório em Brasília ou online.
Experiência
Quase três décadas de clínica. Mestre pela UnB.
Rigor científico
Cada afirmação desta página tem fonte verificável.
Sigilo absoluto
Atendimento reservado, do primeiro contato ao encerramento.
Metodologia de abordagem
Da avaliação inicial à consolidação dos ganhos
Avaliação
Mapeamento
Intervenção
Consolidação
Privacidade
Um espaço reservado, do início ao fim
O atendimento presencial acontece em consultório reservado, sem sala de espera lotada. Nada do que é tratado em sessão sai dali — sigilo profissional é obrigação legal do psicólogo, não cortesia. No atendimento online, a sessão acontece em ambiente fechado e não é gravada.
Onde e como
Presencial em Brasília, na Asa Sul: SEPS 709/909, Conjunto A — Centro Médico Julio Adnet — Bloco A, Sala 426 — Asa Sul, Brasília-DF, 70390-095.
Online para todo o Brasil e o exterior, com o mesmo método do presencial — é a escolha de quem mora fora do DF, viaja com frequência ou prefere não ser visto entrando num consultório.
Informações:
-
Whatsapp: (61) 99998-1153
-
Telefone: (61) 3242-1153
-
Centro Médico Júlio Adnet, SEPS 709/909 Bloco A, Sala 426 Asa Sul, Brasília - DF
Perguntas Frequentes
Pode ser os dois. Médicos com formação em sexualidade geralmente são urologistas, ginecologistas e endocrinologistas. Eles investigam e tratam a dimensão orgânica: hormônios, circulação, efeito de medicamentos. Já os psicólogos tratam a dimensão comportamental, emocional e relacional. Quem atende aqui é psicólogo clínico, CRP 01/7458. Quando o quadro sugere causa orgânica, eu indico a avaliação médica e sigo trabalhando em paralelo — nos dois casos a parte psicológica costuma pesar.
É uma pergunta que aparece com frequência e merece resposta direta, com toda a honestidade: procurar ajuda para o próprio sofrimento não deve contrariar nenhum valor ou princípio do paciente. O trabalho aqui não prescreve conduta ou comportamento sexual, não impõe valores e não pede que você abandone os seus. Ele parte do que você considera uma vida sexual boa — dentro do seu casamento, da sua crença e dos seus limites — e trata o que está atrapalhando isso. A sua fé, seus valores e seus princípios são parte importante de quem você é. E entram na nossa interação como um dado importante, não como obstáculo.
A consulta é uma interação clínica estruturada — anamnese e entrevista clínica —, e nada além disso. Não existe exame, procedimento ou contato físico de qualquer natureza — psicólogo não examina o corpo do paciente, e isso é o limite da profissão. O trabalho acontece pela coleta de dados em entrevista e por orientações de base comportamental que você conduz sozinho ou com seu cônjuge, na sua intimidade. Se o seu caso pedir exame, quem faz é o médico a quem eu encaminho.
Sim, sempre. Você decide o ritmo e o que entra na sessão, e não há penalidade por deixar algo de fora — inclusive porque o que ainda não se consegue dizer costuma ser informação clínica em si. Meu papel é perguntar o necessário para entender o quadro; o seu é responder o que já consegue. Nenhuma sessão depende de você contar tudo de uma vez.
Os dois funcionam, com o mesmo método. O presencial é na Asa Sul, em consultório reservado. O online atende todo o Brasil e o exterior, e é a escolha da maioria de quem mora fora do DF, viaja muito ou prefere não ser visto entrando num consultório — uma preocupação legítima e comum neste tema. A sessão online acontece em ambiente fechado e não é gravada.