“Pornografia faz mal?” é a pergunta que mais ouço de dois tipos de homem: o que nunca leu um estudo sobre o tema e o que já leu artigo alarmista demais. A resposta que a ciência sustenta hoje não é “sim” nem “não” — é “depende de como, quanto e por que você assiste”, e essa resposta é mais interessante do que qualquer versão que circula em fórum de recuperação ou em matéria de portal.
Atendo homens de alto desempenho há quase três décadas, e o padrão que vejo no consultório é sempre o mesmo: o paciente chega carregando uma teoria pronta sobre o próprio cérebro — “meu cérebro está reprogramado como o de um viciado em cocaína”, “preciso de 90 dias sem nada para resetar a dopamina” — e nenhuma dessas teorias, quando eu vou atrás do paper original, sobrevive inteira ao confronto com o dado.
As consequências da pornografia que a pesquisa consegue medir são estas: ela está associada a mais ansiedade, mais depressão e menos satisfação sexual em parte da população que a consome — mas a força desse efeito, a quem ele afeta e por que ele acontece são bem mais específicos do que o discurso popular, dos dois lados, costuma admitir.
Separando o que os estudos encontraram do que o fórum de reboot promete…
Neste artigo, você lerá:
Pornografia Causa Ansiedade e Depressão? O Que os Estudos Encontram
Uma meta-análise publicada em 2026 reuniu 19 estudos e encontrou uma correlação positiva entre consumo de pornografia e sintomas de ansiedade (r = 0,16) e de depressão (r = 0,24) (Tan et al., 2026). São coeficientes de força pequena a moderada — não a relação avassaladora que o discurso popular sugere, mas também não é ruído estatístico.
O detalhe que costuma escapar de quem repete o dado sem ler o estudo inteiro: análises exploratórias por subgrupo, que os próprios autores tratam como indicativas, sugeriram que é o consumo problemático ou compulsivo — não o consumo em geral — que carrega a associação com ansiedade e depressão (Tan et al., 2026). Se isso se confirmar, a variável que importa não é “assistir pornografia”, é “não conseguir parar quando você quer parar”. A correlação com ansiedade também foi mais forte em amostras com idade média de até 25 anos (r = 0,22) do que em amostras mais velhas (r = 0,09).
Uma ressalva que os próprios autores fazem, e que repito no consultório com a mesma ênfase sempre que o assunto é pornografia e ansiedade ou pornografia e depressão: são dados observacionais. Correlação não prova causa em nenhuma direção — é plausível que a pornografia alimente ansiedade, que a ansiedade leve a mais consumo como fuga, ou que um terceiro fator (impulsividade, solidão, insônia) alimente as duas coisas ao mesmo tempo. Quem te vender certeza causal a partir desse dado está vendendo mais do que o estudo entrega.
Homens e Mulheres Não São Afetados da Mesma Forma
Uma meta-análise com 21 estudos e 138.192 participantes comparou diretamente homens e mulheres que usam pornografia quanto a desfechos de saúde sexual (Laleh & Yıldız Karaahmet, 2026). O resultado é assimétrico, e é aí que mora a parte que interessa a quem me procura: os homens usuários relataram função sexual e satisfação sexual piores do que as mulheres usuárias, além de taxas mais altas de disfunção sexual autorrelatada. As mulheres usuárias, por sua vez, relataram sofrimento psicológico ligeiramente maior que o dos homens. Um cuidado de leitura: o estudo compara usuários de um sexo com usuários do outro — não compara quem consome com quem não consome —, e os próprios autores apontam alta heterogeneidade entre os estudos e dependência de autorrelato.
Uma segunda meta-análise, com 41 estudos e 70.541 participantes, responde a uma pergunta complementar: dentro de cada sexo, quem consome mais pornografia tem menos satisfação sexual? A correlação foi negativa e significativa na amostra geral (r = -0,06) e em mulheres (r = -0,04) — mas não foi estatisticamente significativa em homens isoladamente (r = -0,07, intervalo de confiança cruzando zero) (Abdi et al., 2025). Os dois estudos medem coisas diferentes e não devem ser somados como se fossem um só; o que têm em comum é mais modesto e mais útil: onde há associação, ela é pequena, e o padrão não é o mesmo para os dois sexos — o que já derruba a versão simplificada de “pornografia estraga a vida sexual de qualquer um do mesmo jeito”.
O Mito do "Cérebro Igual ao de um Viciado em Cocaína"
O paper mais citado para justificar essa frase é um estudo de neuroimagem de 2014 com 64 homens saudáveis, que encontrou uma correlação negativa entre horas semanais de consumo de pornografia e o volume do núcleo caudado direito, além de menor conectividade funcional entre essa região e o córtex pré-frontal dorsolateral esquerdo (Kühn & Gallinat, 2014). O mesmo estudo encontrou ainda menor ativação do putâmen esquerdo diante de imagens sexuais em quem consumia mais horas por semana — um dado que vai reaparecer logo adiante. É um achado real — e é exatamente aqui que a citação popular trai o próprio estudo: os autores, no mesmo artigo, escrevem explicitamente que essa correlação pode ser consequência do consumo OU uma precondição que já existia antes e que apenas torna o consumo mais recompensador. É um estudo transversal, de um único momento no tempo — ele não consegue distinguir as duas hipóteses, e os próprios autores dizem isso.
Mas existe um contraponto direto que raramente acompanha a citação do estudo de 2014: um estudo eletrofisiológico mediu a resposta cerebral (potencial evocado tardio, ou LPP) de 122 pessoas a imagens sexuais, comparando quem relatava problema para controlar o próprio consumo com quem não relatava (Prause et al., 2015). Se o modelo de “vício como em drogas” estivesse certo, o esperado seria uma resposta neural MAIOR ao estímulo em quem tem mais problema de controle — o padrão de sensibilização visto em dependência química. O resultado foi o oposto: quem relatava mais dificuldade de regular o uso, combinado com maior desejo sexual pela parceira, teve uma resposta (LPP) MENOR aos estímulos sexuais. Um padrão inconsistente com o modelo de vício a substância, segundo os próprios autores do estudo. A leitura, porém, não é consensual: em comentário publicado na mesma revista, Gola (2016) argumentou que uma resposta menor ao estímulo sexual pode ser compatível com modelos de adição — tudo depende do modelo que se adota.
Os dois estudos medem coisas diferentes (ressonância magnética vs. resposta elétrica a estímulo) e, curiosamente, apontam na mesma direção: menor reatividade ao estímulo sexual — em quem consome mais horas, no estudo de 2014, e em parte de quem relata dificuldade de controle, no de 2015. O que diverge é a interpretação: efeito da estimulação intensa do sistema de recompensa, hipótese levantada por Kühn e Gallinat, ou sinal de algo diferente de um vício, como defendem Prause e colegas. Isso não é fraqueza da ciência — é o estado real do debate, e qualquer conteúdo que te apresente só uma das leituras está editando a literatura para você.
O "Reboot de 90 Dias" Não Existe na Literatura Científica
Esse é um dos pontos em que posso ser direto sem suavizar: a pesquisa que embasa este artigo procurou explicitamente evidência de que existe uma janela de 90 dias (ou “três meses”) necessária para “resetar a dopamina” depois de parar de consumir pornografia. A busca no PubMed não encontrou nenhum estudo que teste esse prazo. Não se trata de evidência fraca: o prazo em si não aparece como objeto de pesquisa. O número “90 dias” não vem de nenhum ensaio clínico, protocolo validado ou consenso científico; é um número de fórum de recuperação, repetido até virar senso comum.
Isso não significa que abstinência estruturada não tenha função em um plano terapêutico — significa que o prazo específico de 90 dias, e a promessa de que ele “reseta” um sistema de dopamina, não tem lastro em pesquisa publicada. Quando um paciente me traz esse número como meta, minha primeira pergunta não é “por que 90 e não 60” — é o que, especificamente, ele espera que mude nesse período, porque é aí que dá para construir um plano com critério real de sucesso, em vez de uma contagem regressiva arbitrária.
Sou completamente favorável a estabelecermos metas, em especial as iniciais, sejam elas de 30, 60, 90 ou 120 dias sem consumir pornografia. Nesse período, vale o esforço de surfar a onda de desejo sem sucumbir por vários dias seguidos e de instalar novos repertórios que se manterão ao longo do tempo. Se 90 dias for o prazo definido, tudo bem — desde que não se atribua ao número um marco neurobiológico que a pesquisa não documentou. A meta é uma ferramenta de mudança de comportamento, não um relógio biológico.
Parar de Ver Pornografia Causa Sintomas de Abstinência? A Divergência Real
Aqui a literatura genuinamente diverge, e vale registrar os dois lados. Um ensaio clínico randomizado com 176 universitários usuários regulares de pornografia (três ou mais vezes por semana; 64,2% da amostra era de mulheres) os dividiu em dois grupos — um instruído a tentar abstinência por 7 dias, outro livre para consumir normalmente — e mediu craving, afeto e sintomas do tipo abstinência todas as noites (Fernandez et al., 2023). O resultado principal: nenhum efeito significativo de grupo. Abstinência de 7 dias não produziu, na amostra geral, sintomas de abstinência mensuráveis. Um efeito sobre o craving apareceu apenas numa análise exploratória, em quem já tinha simultaneamente alto uso problemático E uso diário no mês anterior — e os próprios autores pedem cautela com esse achado por ser exploratório.
Do outro lado, um estudo com amostra nacionalmente representativa da Polônia (n = 1.541) encontrou que sintomas do tipo abstinência — pensamentos sexuais intrusivos difíceis de conter, irritabilidade, mudanças de humor, problemas de sono — correlacionam de forma significativa com a gravidade de Transtorno do Comportamento Sexual Compulsivo e de uso problemático de pornografia (Lewczuk et al., 2022). A diferença entre os dois estudos provavelmente está na população: universitários regulares (Fernandez et al., 2023) não são o mesmo grupo que pessoas com CSBD clinicamente relevante numa amostra nacional (Lewczuk et al., 2022). A honestidade aqui é dizer: para o usuário comum, abstinência curta provavelmente não vem acompanhada de sintomas de abstinência relevantes; para quem já tem um quadro compulsivo estabelecido, o quadro parece ser outro — e é exatamente essa distinção que separa “desconfortável” de “clínico”. Com um cuidado: o estudo polonês é transversal e baseado em autorrelato — mostra que esses sintomas acompanham a gravidade do quadro, não mede o que acontece no momento em que alguém para.
Por Que "Eu Sinto Que Sou Viciado" Nem Sempre é Vício Clínico
Um estudo com 1.036 adultos poloneses testou o que realmente prediz a autopercepção de “sou viciado em pornografia” (Lewczuk et al., 2020). Três fatores contribuíram: desregulação geral (estratégias de enfrentamento evitativas), hábito de frequência de uso — e incongruência moral, ou seja, a distância entre o que a pessoa faz e o que ela acredita que deveria fazer. A frequência de uso foi o preditor mais forte tanto para autopercepção de vício (β = 0,52) quanto para uso problemático (β = 0,43).
O achado que mais me interessa clinicamente: religiosidade previu uso problemático (β = 0,13) mas NÃO previu autopercepção de vício quando os outros fatores foram controlados (β = 0,03, não significativo) — enquanto a angústia ligada à incongruência moral teve relação mais fraca com autopercepção de vício (β = 0,15) do que com uso problemático em geral (β = 0,31). Traduzindo: o que mais pesa quando alguém se rotula “viciado em pornografia” é quanto ele consome — a frequência de uso foi, de longe, o preditor mais forte. O conflito entre comportamento e valor interno também conta, mas pesa menos na autopercepção de vício do que no uso problemático em geral, e a religiosidade, sozinha, não explica o rótulo. Isso não torna a culpa irrelevante; muda o tipo de intervenção que resolve em cada caso. Onde predominam frequência e perda de controle, o trabalho é controle de estímulo e regulação; onde o sofrimento vem sobretudo da distância entre o que a pessoa faz e o que ela acredita que deveria fazer, o trabalho passa pelo próprio sistema de crenças e pela coerência entre o que ela faz e o que ela quer ser.
A entidade diagnóstica que hoje tem reconhecimento formal da Organização Mundial da Saúde não é “vício em pornografia” — é o Transtorno do Comportamento Sexual Compulsivo, incluído na CID-11 e hoje medido por instrumentos validados como a escala CSBD-19, já testada em 22 estudos, mais de 129 mil participantes e 35 países (Engelhardt et al., 2026). Se você quer entender os critérios reais desse quadro, os sinais que diferenciam alto desejo sexual de compulsão clínica, e as opções de tratamento estruturado, eu detalho isso por completo no guia sobre vício em pornografia — aqui o foco é o que a evidência diz sobre dano, não o mapa diagnóstico completo.
A "Prova" Mais Citada de Que Pornografia Causa Disfunção Erétil é Mais Fraca do Que Parece
Praticamente todo conteúdo popular sobre “disfunção erétil induzida por pornografia” (o termo PIED, do inglês) cita o mesmo artigo: uma revisão de 2016 que propõe que a pornografia na internet condiciona a excitação a estímulos que não se replicam com uma parceira real (Park et al., 2016). O que raramente se menciona é o que esse artigo realmente é: uma revisão narrativa — não sistemática — que combina dados de diferentes áreas com uma série de relatos clínicos, sem nenhum ensaio controlado. E em 2018 o próprio periódico publicou uma errata de conflito de interesse: um dos coautores, Gary Wilson, ocupa um cargo honorário não remunerado na Reward Foundation — instituição de caridade escocesa para a qual destina os direitos autorais de um livro que escreveu sobre o tema —, informação que não constava na publicação original (Park et al., 2018).
Isso não significa que a hipótese seja falsa — significa que a “prova científica” mais compartilhada sobre esse ponto específico é, na verdade, uma revisão narrativa com conflito de interesse corrigido posteriormente, não uma meta-análise ou um ensaio controlado. Quando um paciente chega achando que existe consenso fechado sobre isso, correto o dado: existe uma hipótese plausível, mecanisticamente razoável, mas ainda sem o nível de evidência que o discurso popular atribui a ela.
Então, Pornografia Faz Mal? As Consequências Reais e o Que Muda a Resposta
Juntando os sete pontos anteriores, a resposta honesta para “assistir pornografia faz mal?” não é uma frase — é um filtro de três perguntas. Primeiro: é uso controlado ou uso que você já tentou parar e não conseguiu? Os dados sugerem que a associação com ansiedade e depressão se concentra no consumo problemático, não no consumo em geral (Tan et al., 2026). Segundo: o que sustenta o seu rótulo de “viciado” — a frequência e a perda de controle, ou sobretudo a distância entre o que você faz e o que acredita que deveria fazer? Os dois pesam, em proporções diferentes, e pedem intervenções diferentes (Lewczuk et al., 2020). Terceiro: o efeito que você está atribuindo à pornografia tem, de fato, um estudo controlado por trás — ou é um número de fórum repetido tantas vezes que virou fato?
No consultório, o que costumo fazer com um paciente que chega com essa pergunta não é dar um “sim” ou “não” de efeito — é mapear onde ele está nesses três eixos, porque é isso que determina se a conversa é sobre controle de estímulo, sobre terapia de valores, sobre ansiedade de desempenho, ou sobre nenhuma das três. Tratar todo mundo que consome pornografia como se estivesse na mesma categoria clínica é o mesmo erro, em sentido invertido, de dizer que “não faz mal a ninguém”.
FAQ — Perguntas frequentes sobre pornografia faz mal
Pornografia causa ansiedade e depressão?
Não há prova de causa. Uma meta-análise com 19 estudos encontrou correlação pequena a moderada entre consumo de pornografia e ansiedade (r = 0,16) e depressão (r = 0,24), com indícios, vindos de análises exploratórias, de que a associação se concentra no uso problemático. Como os dados são observacionais, não dá para dizer o que causa o quê (Tan et al., 2026).
O que a pornografia causa e quais são os efeitos, segundo a ciência?
As consequências da pornografia que a pesquisa documenta são associações, não efeitos causais comprovados: mais ansiedade e depressão onde o uso é problemático (Tan et al., 2026), satisfação sexual levemente menor em mulheres e sem associação significativa em homens (Abdi et al., 2025), e menor reatividade cerebral ao estímulo sexual em quem consome mais, com interpretação ainda em debate (Kühn & Gallinat, 2014; Prause et al., 2015).
A Organização Mundial da Saúde considera pornografia um vício?
Não como entidade isolada. A CID-11 reconhece o Transtorno do Comportamento Sexual Compulsivo (CSBD) como categoria diagnóstica — e a pornografia pode ser o objeto desse comportamento, mas “vício em pornografia” em si não é um diagnóstico formal da OMS (Engelhardt et al., 2026).
Pornografia realmente diminui o volume do cérebro?
Um estudo encontrou correlação negativa entre horas de consumo e volume do núcleo caudado direito — mas os próprios autores afirmam que o desenho do estudo não permite saber se isso é consequência do consumo ou uma característica que já existia antes (Kühn & Gallinat, 2014).
Pornografia e dopamina: existe uma janela de 90 dias para "resetar" o cérebro?
A busca feita para este artigo não encontrou no PubMed nenhum estudo que sustente esse número ou esse mecanismo — é um termo popular de fórum de recuperação, sem lastro em pesquisa clínica.
Quanto tempo o cérebro leva para se recuperar da pornografia?
Nenhum estudo publicado estabelece esse prazo. O que a pesquisa mediu é mais limitado: em usuários regulares, uma abstinência de 7 dias não produziu sintomas de abstinência mensuráveis (Fernandez et al., 2023). Prazos como 90 dias vêm de fóruns de recuperação, não de pesquisa — o que muda o foco da pergunta de “quanto tempo” para “o que precisa mudar no comportamento”.
Parar de ver pornografia causa sintomas de abstinência?
Depende do perfil. Em usuários regulares sem quadro clínico, um ensaio controlado de 7 dias de abstinência não encontrou sintomas significativos (Fernandez et al., 2023). Numa amostra representativa da população polonesa, sintomas do tipo abstinência aparecem associados à gravidade do Transtorno do Comportamento Sexual Compulsivo e do uso problemático (Lewczuk et al., 2022).
Pornografia causa disfunção erétil ou impotência?
A hipótese é mecanisticamente plausível, mas o artigo mais citado para sustentá-la é uma revisão narrativa (não sistemática), acompanhada de relatos clínicos, que recebeu uma errata de conflito de interesse em 2018 (Park et al., 2016, 2018). Não há, até o momento, meta-análise ou ensaio controlado que estabeleça essa causalidade com robustez.
Próximo passo
Se o que você leu aqui bateu com algo que você já desconfiava sobre o seu próprio padrão — não com culpa, com dado — o próximo passo não é uma régua de 90 dias.
É uma consulta avaliativa de 90 minutos, individual ou em casal, onde eu mapeio o seu caso específico antes de qualquer plano. Sem promessa de cura fácil, com confidencialidade e critério técnico.
Sobre o Autor: Fábio Caló, psicólogo
Psicólogo clínico desde 1999, CRP 01/7458, com registro ativo — a verificação pode ser feita diretamente no cadastro nacional do Conselho Federal de Psicologia. Mestre em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB), na área de Análise do Comportamento, e graduado pelo UniCEUB. Fundador do Inpa — Instituto de Psicologia Aplicada, em Brasília.
Atuo em duas frentes de alta complexidade:
Terapia de Casal, com base na pesquisa de John Gottman sobre estabilidade conjugal.
Terapia Sexual, que abrange o tratamento das disfunções sexuais femininas e masculinas — transtorno do orgasmo feminino, dor na relação (dispareunia e vaginismo), ejaculação precoce e retardada, disfunção erétil e desejo sexual hipoativo — e também do consumo problemático de pornografia, para o qual desenvolvi um protocolo específico de intervenção.
Credenciais e Formação:
Mestrado em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB) · Graduação pelo UniCEUB · CRP 01/7458, registro ativo desde 10 de abril de 1999 · Especialização clínica em Terapia de Casal, Terapia Sexual e intervenção no consumo problemático de pornografia.
Canais Oficiais:
fabiocalo.com.br · Instagram @fabiocalo · YouTube @ofabiocalo · LinkedIn fabioaugustocalo
Aviso de propriedade intelectual: este material, incluindo o protocolo de intervenção mencionado, artigos e conteúdos clínicos, constitui propriedade intelectual de Fábio Caló. O uso de metodologias proprietárias ou a reprodução de conteúdos sem a devida autorização ou citação está sujeito às sanções legais aplicáveis. © Copyright 2026. Todos os direitos reservados.
Áreas de atuação: Psicologia Clínica | Terapia de Casal | Terapia Sexual | Tratamento do consumo problemático de pornografia | Saúde Mental
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Referências
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