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Glossofobia: medo de falar em público

glossofobia

O que é?

A glossofobia é classificada como o medo de falar em público. O quadro varia de intensidade e há pessoas que sentem apenas um leve nervosismo ao pensar em falar em público, enquanto outras sentem um sentimento de pânico e medo. Ainda, acredita-se que o transtorno é comum e que cerca de 75% da população sofre com glossofobia.

Além disso, os indivíduos com a condição, normalmente, evitam falar em público o máximo possível. Porém, quando é necessário é normal a pessoas ter sintomas, como tremedeira, voz trêmula e voz fraca. 

De acordo com o psiquiatra Jeffrey R. Strawn, a glossofobia é mais comum em pessoas jovens e mais presente em mulheres.

Ademais, pessoas que têm transtorno de ansiedade, agorafobia, ou baixa autoestima são mais propensas a desenvolver o medo de falar em público.

Por último, o quadro é tratado quando há uma real interferência na qualidade de vida do indivíduo. 

Sintomas da glossofobia

O medo de falar em público apresenta sintomas semelhantes às outras fobias, como a agorafobia e acrofobia. Os principais sinais da glossofobia são:

  • suor excessivo (sudorese);
  • alteração da pressão (alta ou baixa);
  • taquicardia;
  • náuseas e tontura;
  • dor de cabeça;
  • pupila dilatada;
  • boca seca;

Causas

Há casos em que uma fobia surge do nada. Todavia, é mais provável que a condição se inicie na infância ou no início da vida adulta. 

Os principais fatores, geralmente são:

  • genéticos;
  • ambientes;
  • emocionais;
  • biológicos;
  • psicológicos.

Os sintomas são manifestados pelo medo do constrangimento e da rejeição. Por conseguinte, a glossofobia pode está, diretamente, relacionada com as experiências passadas.

Assim sendo, pessoas que passaram por uma experiência ruim ao falar em público têm maiores chances de desenvolver o quadro.

Tratamento da glossofobia

O tratamento da glossofobia tem diferentes abordagens. A terapia comportamental é um dos métodos mais comuns e eficientes. Desse modo, por meio da psicoterapia a pessoa aprender a lidar com os sintomas, entender os gatilhos emocionais e melhora a sua qualidade de vida.

As técnicas de relaxamento, bem como terapias alternativas, por exemplo meditação e acupuntura, podem ajudar a diminuir os sintomas. 

A medicação pode ser outro recurso auxiliador. Em razão disso, procure um profissional da saúde psiquiátrica.

Por fim, o índice de sucesso da terapia é alto. Procure um terapeuta de confiança e busque a melhor forma de tratamento.

Inpa – Instituto de Psicologia Aplicada, Asa Sul, Brasília – DF, Brasil.

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